DE OLHO NO FENÔMENO DAS “SMALL BRANDS”

Escrito por Sultextil

As marcas menores estão mesmo escrevendo um novo capítulo na moda?

Os conglomerados de moda estão encolhendo, e fazem isso voluntariamente. Estão assumindo novos focos e dando atenção máxima para marcas âncoras dentro de seus portfólios. No começo do ano, a francesa Kering desmembrou sua participação na Puma e vendeu a Stella McCartney e a Christopher Kane de volta para seus designers fundadores. Aconteceu também com o grupo LVHM que vendeu a Donna Karam nas mesmas circunstâncias.

Nesse caso, como ficam as marcas menores que não se encaixam mais no plano de grandes conglomerados? Ao que indica estão  se adaptando a novos modelos, lidando com mudanças de gerenciamento e mapeando o que fazer em seguida. Ou apenas dando um grande suspiro de alívio. Ao que parece, fatores como custos de distribuição e produção voltam a se impor favorecendo a retomada de fôlego de marcas menores que, nos últimos anos, sucumbiam uma atrás da outra diante da concorrência dos grandes do setor.

Outros fatores que podem estar influenciando a saúde renovada das small brands, é a empatia que marcas locais desfrutam com o cliente próximo. Valores que pareciam ter entrado em extinção voltam a ter peso e consequência na hora de fazer negócios.

Caroline Pill, da Kirk Palmer Associates, é apenas uma entre os especialistas de mercado a afirmar recentemente que: “Nem todo negócio é para ser grande como a Gucci. E tudo bem que seja assim.”

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