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Métricas ruins e desanimo. E agora?

Seu projeto começou a rodar tem 2 horas, as métricas não parecem boas, você ficou desanimado e com vontade de desistir de tudo.

Meu planejamento deu errado e agora?

Sempre lembro da frase do Guia do Mochileiro das Galáxias, escrito por Douglas Adams: não entre em pânico!

Trabalhar com o digital é saber que tudo precisa ser revisto a todo o momento, estratégias precisam ser modificadas, textos alterados e até as cores podem ser substituídas. E está tudo bem.

Principalmente quando esse é o seu primeiro projeto (seja ele uma campanha, um lançamento ou apenas o seu primeiro post). Muita coisa ainda vai acontecer e a cada passo novos aprendizados vão ser colecionados. Então repito: está tudo bem.

Você não vai acertar na primeira, talvez nem na segunda e na terceira.

O importante é continuar e aprender com os erros para enfim acertar.

A gente vive baseado no que eu gosto de chamar de métricas bonitas.

Priorizamos o número de likes ao invés de olhar a saúde do negócio, sendo que às vezes, dentro do plano, as coisas estão positivas, mas você baixou a cabeça por não receber o número de likes que gostaria.

Essas métricas são apenas uma consequência da tríade que envolve o digital: frequência, qualidade e revisão. Tudo isso deve entrar no planejamento, para que você entenda que as coisas não mudam do dia para a noite.

Respire fundo, analise tudo, corrija os erros (o quanto antes) e acorde para um novo dia.

(Ah, quer ver como é fácil pensar em planejamento? Até o ato de ir ao banheiro é um, pois ou você tem papel ou não tem. Basta pensar no que precisa antes!)

=)

Não seja um robô

Não seja um robô. Nada contra, tenho até amigos que são. =)

Vou ser um pouco repetitivo nessa publicação, pois acredito que esse assunto de cara já ajudou, em pessoas, o número de dedos que tenho nas mãos. E essas são apenas as que me deram feedback em 4 dias.

Esqueça as fórmulas prontas e receitas de bolo que tentam te empurrar. Na verdade, guarde-as para usar depois que entender uma coisa bem simples:
Pessoas falam com pessoas.
Não adianta ler “As armas da persuasão”, de Robert Cialdini para encher um texto de gatilhos mentais sem antes entender isso.

Você precisa de uma história. Você precisa mostrar a conexão do que está escrito com o seu leitor.

Alimente o seu texto com fatos, exemplos e aplicações do cotidiano. Mostre o caminho para aquilo tudo e quando tudo isso der certo, use os gatilhos.

Até porque eles não são a massa do bolo, mas sim a decoração.
Comece por você. Recomendo o texto de ontem e o de segunda, sobre perspectiva.

Se achar mais fácil, acesse o meu blog para ler e salvar o conteúdo. O link está na bio.

Mas apenas comece.

Você tem perspectiva?

Você tem perspectiva?

A gente nunca pensa nessa palavra como a representação tridimensional de algo. Os dicionários falam em consistência e profundidade das figuras.

Alguns anos atrás eu conheci uma grande figura do mercado de marketing digital.

Ele é super influente e já fez alguns milhões através da internet e lá estava eu, sentado, comendo delivery com esse homem.

Obviamente não sabia muito sobre mim, mas entendia sobre pessoas e isso deu para perceber logo nas primeiras frases que trocamos.

Mesmo sem me conhecer e nem precisar (até porque ele é quem ele é), se importou em saber um pouco mais de mim. Em entender o que eu pensava e buscava.

A busca, na verdade, é sempre complexa. A gente sempre sabe onde quer chegar, mas nunca sabe qual caminho correr. A vida é isso, na verdade.

Uma coisa que eu entendi naquele dia, é que temos medo da exposição. Ficamos imaginando o que os outros vão pensar sobre o que a gente fala, se temos o padrão de beleza do meio digital para aparecer em uma foto, se a nossa voz agrada os outros e até se somos capazes de fazer algo.

A verdade é que a gente é capaz de muita coisa. Não nos atentamos aos detalhes, mas se perceber todos os problemas que resolve no dia a dia, acaba trazendo conforto e poder para a nossa autoestima.

Mas o grande problema é que a vaidade até pode trazer resultados dentro de uma plataforma digital, mas será que ela traz a sensação de dever cumprido?

Não, relacionamentos fazem isso. Ajudar o próximo faz isso.

São as pessoas que compartilham histórias verdadeiras que veem o benefício.

Porque, como publicitário, aprendi no primeiro semestre da faculdade que pessoas não compram coisas, pessoas compram sentimentos. Pessoas compram de pessoas que possuem uma jornada por trás.

As ferramentas vão mudar, a plataforma vai mudar, o algoritmo vai mudar, a sua vida vai mudar, amigos vão mudar, mas a sua história… A sua história nunca muda. Ela só muda de plataforma.

Por isso não importa se você não tem os equipamentos necessários e a beleza que o algoritmo valoriza, isso na verdade são amplificadores.

Você ganha com perspectiva, visão de futuro e comunicação de verdade.

Por simplesmente ser você.