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Hoje eu vou te ensinar a injetar felicidade em meio ao caos

Sempre que tenho demandas muito grandes, divido elas em pequenas tarefas para pulverizar o trabalho.

Veja bem, é mais fácil fazer várias pequenas tarefas e sentir que a coisa está andando, do que começar algo gigantesco que não ter previsão para acabar.

Entenda todos os passos do que você precisa fazer, quebre em pequenas ações dentro de grupos maiores!

Como gosto de cozinhar, vou te dar um exemplo prático explicando como eu planejo para fazer a minha ceia de Natal.

Primeiro passo, entender que o projeto é a ceia propriamente dita.

Segundo passo, montar grupos menores para entender o contexto de cada coisa, como prato o principal (o Peru), os pratos quentes, os pratos frios e as sobremesas.

Depois disso, é só definir as ações que precisam ser feitas dentro de cada tarefa, no caso do prato principal: colocar a ave no forno, preparar a farofa, abrir as latas para as frutas que vão ser usadas para decoração e por aí vai.

À medida que vamos completando cada uma das ações e consequentemente cada uma das tarefas, vamos sentindo o progresso acontecendo, conforme a mesa ganha forma.

Essas pequenas conquistas são muito importantes não só por sentirmos o andar das coisas, mas para que fiquemos um pouquinho mais feliz a cada uma das tarefas completadas.

Tem alguém precisando ler isso? Manda lá!

Como assim essa pessoa não tem Instagram? Então manda o site! =)

Métricas ruins e desanimo. E agora?

Seu projeto começou a rodar tem 2 horas, as métricas não parecem boas, você ficou desanimado e com vontade de desistir de tudo.

Meu planejamento deu errado e agora?

Sempre lembro da frase do Guia do Mochileiro das Galáxias, escrito por Douglas Adams: não entre em pânico!

Trabalhar com o digital é saber que tudo precisa ser revisto a todo o momento, estratégias precisam ser modificadas, textos alterados e até as cores podem ser substituídas. E está tudo bem.

Principalmente quando esse é o seu primeiro projeto (seja ele uma campanha, um lançamento ou apenas o seu primeiro post). Muita coisa ainda vai acontecer e a cada passo novos aprendizados vão ser colecionados. Então repito: está tudo bem.

Você não vai acertar na primeira, talvez nem na segunda e na terceira.

O importante é continuar e aprender com os erros para enfim acertar.

A gente vive baseado no que eu gosto de chamar de métricas bonitas.

Priorizamos o número de likes ao invés de olhar a saúde do negócio, sendo que às vezes, dentro do plano, as coisas estão positivas, mas você baixou a cabeça por não receber o número de likes que gostaria.

Essas métricas são apenas uma consequência da tríade que envolve o digital: frequência, qualidade e revisão. Tudo isso deve entrar no planejamento, para que você entenda que as coisas não mudam do dia para a noite.

Respire fundo, analise tudo, corrija os erros (o quanto antes) e acorde para um novo dia.

(Ah, quer ver como é fácil pensar em planejamento? Até o ato de ir ao banheiro é um, pois ou você tem papel ou não tem. Basta pensar no que precisa antes!)

=)

Como usar o Notion como ferramenta de planejamento

Eu nunca fui o cara do papel. Sempre gostei de deixar as minhas anotações em ambientes digitais, mas isso sempre foi um problema, pois sentia falta de uma boa forma para organizar tudo.

Eu até levo um papel e uma caneta para uma reunião (presencial, que por sinal faz tempo que não temos…), mas sempre transcrevo tudo no computador logo em seguida.

Esse conteúdo que você vai ler, não é patrocinado. Bem que poderia ser, né? Na verdade, acho que não. Coisa boa merece ser compartilhada, sim, e eu adoro compartilhar conhecimento.

O Notion é uma ferramenta super boa para planejamento, organização e controle de tarefas. Na verdade, ele pode ser mais do que isso. Algumas métricas de clientes eu acompanho por ele, com suas planilhas interativas que são fáceis de usar.

A ideia é simples, você possui uma conta que pode ser conectada nos seus dispositivos (computadores, celulares, tablets) e ele salva as páginas que são criadas. Cada página possui um propósito (definido por você) e ainda existe a possibilidade de linkar ou adicionar outras páginas dentro de uma.

A plataforma vem com vários templates que são divididos em categorias, sendo que cada uma ajuda com alguma coisa. Além disso, existem alguns que são criados pela comunidade, o que aumenta ainda mais as opções disponíveis.

Vamos a algumas das aplicações:

– Criar o seu curriculum, com um link único que pode ser editável quando quiser. Nunca mais esqueça de atualizar algo no seu CV quando enviar para uma empresa. Com o Notion dá para editar mesmo depois de já ter compartilhado o link!

– Substituir o Trello, para organização de tarefas;

– Criar um planner de viagem, para organizar as férias;

– Montar um calendário de conteúdo para suas publicações das redes sociais;

– Fazer o acompanhamento de métricas do seu negócio;

– Monitorar os feedbecks de seus clientes;

– E ser feliz com muito planejamento =)

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Se você ainda não me segue, faço conteúdos (quase que) diários, com assuntos semanais. Um follow não custa nada, mas talvez eu consiga te ajudar. =)

As asas de Ícaro no digital

Esses dias estava conversando com meu amigo @thallys_severo sobre as asas de Ícaro e o ensinamento dessa história aplicado ao marketing (ou pra vida?)

Não vou me atentar aos detalhes do conto, mas apenas no que é importante.

Um pai e seu filho, Ícaro, estavam presos em um labirinto. Para fugir do lugar, criaram asas artificiais com penas de pássaros e mel de abelhas assim, conseguiriam voar dali. Seu pai, preocupado, alertou para que Ícaro não voasse próximo ao sol, pois o calor faria com que as asas se quebrassem em pleno voo. Fascinado com o astro, Ícaro foi em direção ao sol e acabou caindo no chão com as asas quebradas.

A grande pergunta é: quem nunca deu um passo maior que a perna?

Quando tomamos decisões estratégicas importantes dentro da operação de um negócio, precisamos ter cautela para avaliar se possuímos os recursos necessários para toda a operação.

Na verdade, não só em um negócio, mas na nossa vida. Quando vou viajar, gosto de planejar absolutamente tudo, para não ser pego desprevenido em outro país, falando outra língua e sem nenhum conhecido por perto.

Eu sempre bato na tecla do planejamento para tudo, pois assim conseguimos prever os cenários e crescer de forma segura, estratégica e pontual.

Essa semana quero falar sobre planejamento.

Como vou fazer isso? Vou falar de vários aspectos e aplicações de um bom planejamento, colocando em prática o pedido de usar slides para explicar alguns conteúdos.

Gostou do post? Acompanha que amanhã tem mais!

Nós precisamos falar sobre consumo.

A minha namorada é minha professora quando falamos sobre o assunto. Ela entende muito sobre como isso nos impacta, principalmente a indústria da moda, que é a área dela.

Nós vivemos em um sistema que nos faz consumir. A sensação de adquirir algo novo é boa, como se a gente sentisse uma injeção hormonal direto no nosso cérebro.

Na verdade, eu posso considerar a minha parcela de culpa nisso. Dentro da publicidade nós aprendemos sobre psicologia, comportamento do consumidor e persuasão, tudo isso pra influenciar a compra no subconsciente da gente.

O grande problema é quando esse poder de influenciar as opiniões sai do controle, é só observar a quantidade de lixo que é gerado pelas indústrias (sejam elas quais forem). Uma coisa que aprendi com a Lu (@lucianagpatricio) é a fazer a seguinte pergunta?

O que acontecem com as minhas roupas, depois que elas não servem para mais ninguém? Você já parou para pensar nisso? Tecido não some na natureza.

Pesquise sobre como isso chega na África, veja as fotos das montanhas e montanhas de roupas velhas em aterros sanitários.

O problema não é consumir. Nós gostamos disso. O problema é consumir demais.

Eu comecei a me questionar antes de comprar algo, se eu realmente precisava. Eu sei como isso tudo funciona, então posso usar pra tentar fazer algo a favor, correto?

Ninguém quer que você pare de consumir. Eu não quero, oras. É o meu trabalho!

Mas ninguém disse que precisa ser assim.

Você sabe o que significa MVP?

Quando se trata de digital, existem diversas vertentes que você pode seguir, não importa com o que você trabalhe.

Independente da vertente, você precisa ter em mente que o feito é melhor que o perfeito.

Sempre me pego adicionando diversas alterações e coisas novas em um projeto, sendo que na verdade ele já está bom.

O termo MVP significa Minimum Viable Product ou Produto Mínimo Viável e é literalmente a versão mais simples de algo comercializável, com a menor quantidade possível de desenvolvimento. Vou dar um exemplo prático de um lançamento que participei.

Tínhamos pelo menos 50 ideias no papel para esse produto, mas no fim das contas decidimos abrir o carrinho com apenas as aulas introdutórias, sem mesmo ter produzido os outros módulos. O que percebemos é que a maioria das ideias não eram importantes para os alunos.

Adaptamos as ideias às necessidades dos clientes e incrementamos o produto no decorrer das aulas. Não preciso nem falar que foi um sucesso, correto?

Por ouvirmos os alunos, sabíamos exatamente o que remover e o que adicionar dentro do plano de ensino. Quando abrimos as vendas para a segunda turma, algumas semanas depois, vendemos o dobro do que a primeira, apenas por ouvir o que os alunos queriam.

Daquelas mais de 50 ideias do papel, nos prendemos em apenas 5, que foram extremamente bem desenvolvidas, focando nosso esforço intelectual em algo mais prático e que foi se adaptando ao longo dos dias.

Repito: simplifique suas ideias. Nem sempre o que você acha é melhor para a base de clientes que vai comprar.

Quanto tempo o tempo tem?

Na verdade, como se essa pergunta já não fosse complexa o bastante, ela é ainda mais quando aplicamos no nosso cotidiano.

Sempre que me perguntam qual o meu maior ativo, eu respondo rapidamente: o tempo!

A gente sempre fala que não tem tempo para nada. Mas será mesmo?

Eu comecei a cronometrar as minhas atividades e passei a utilizar a técnica pomodoro para aumentar a produtividade. Sempre achei besteira, até começar a aplicar.

A verdade é que quando estamos ociosos, fazendo coisas não relacionadas ao trabalho ou estudos, o tempo passa muito rápido. Isso ocorre por causa da nossa percepção em relação ao que acontece, pois os ponteiros do relógio e a rotação terrestre continuam na mesma velocidade.

Separei algumas dicas que eu uso para aumentar a produtividade e o foco, ajustando o seu tempo:

– Utilize técnicas para administrar o seu tempo (como a própria pomodoro);

– Faça com que as suas atividades sejam mais gratificantes, para mudar como você percebe o tempo;

– Crie listas e pequenas metas para fazer as suas atividades;

– Organize a sua semana, de preferência no domingo, para que a sua mente categorize as demandas e entenda o que precisa acontecer em cada dia;

– Quebre tarefas gigantes em pequenas ações;

– Utilize um planner (eu prefiro o digital, não me dou bem com papel). Recomendo baixar o Notion, ele tem vários templates (não só de planner) e é gratuito;

– Não se assuste e respire fundo.

Não seja um robô

Não seja um robô. Nada contra, tenho até amigos que são. =)

Vou ser um pouco repetitivo nessa publicação, pois acredito que esse assunto de cara já ajudou, em pessoas, o número de dedos que tenho nas mãos. E essas são apenas as que me deram feedback em 4 dias.

Esqueça as fórmulas prontas e receitas de bolo que tentam te empurrar. Na verdade, guarde-as para usar depois que entender uma coisa bem simples:
Pessoas falam com pessoas.
Não adianta ler “As armas da persuasão”, de Robert Cialdini para encher um texto de gatilhos mentais sem antes entender isso.

Você precisa de uma história. Você precisa mostrar a conexão do que está escrito com o seu leitor.

Alimente o seu texto com fatos, exemplos e aplicações do cotidiano. Mostre o caminho para aquilo tudo e quando tudo isso der certo, use os gatilhos.

Até porque eles não são a massa do bolo, mas sim a decoração.
Comece por você. Recomendo o texto de ontem e o de segunda, sobre perspectiva.

Se achar mais fácil, acesse o meu blog para ler e salvar o conteúdo. O link está na bio.

Mas apenas comece.

Como escrever sobre si

Uma das maiores dificuldades que eu percebo nos meus clientes é que eles não sabem escrever sobre si mesmos.

Na verdade, essa é uma tarefa super complexa. Pensa comigo, 99% do tempo (a não ser que você esteja na frente de um espelho), você não se vê e está acostumado a interpretar e pensar sobre o que percebe ao seu redor. Raramente você para na frente do espelho e percebe, naquele momento, quem é você.

Uma coisa que eu gosto de fazer é uma adaptação da técnica de mindfullness. Basicamente o que essa técnica faz, é deixar a sua mente em um estado de atenção e consciência plena ao presente. Mas como isso pode ser usado para falarmos sobre nós mesmos?

A gente só precisa se atentar aos detalhes das nossas relações. Eu sou filho, irmão, namorado, amigo, genro, cunhado, prestador de serviços, aluno… Quais características positivas eu posso extrair de cada relação? Ficou difícil? É só perguntar para essas pessoas.

E você não precisa ter vergonha de assumir seus adjetivos. Nunca subestime o que você faz de bom. Nunca julgue as suas qualidades.

Tá vendo a imagem do post? É assim que a gente se percebe, quando não paramos pra entender sobre nós mesmos. Quase como uma névoa ao redor da nossa cabeça, que não nos deixa perceber quem somos.

Elimine isso. Aprenda a se conhecer, como você conhece os outros.

Aproveite.

Você não nasce criativo. Você se torna.

Você não nasce criativo. Você se torna.

É claro que todos os acontecimentos da nossa vida moldam as nossas habilidades. Crianças que são incentivadas a realizar tarefas criativas como ler, desenhar e tocar instrumentos musicais, vão ter uma facilidade maior com a criatividade no futuro. Assim como aquelas que são incentivadas ao esporte terão mais facilidade para gostarem de atividades físicas.

Mas o ponto importante aqui, é falar sobre você, que não se acha criativo e pensa que isso é um dom de outro mundo, que não teve o ticket premiado quando nasceu.

Acontece que a criatividade é uma habilidade como qualquer outra. Se você tocar um piano por apenas 1 hora, não terá grandes resultados, mas começa a perceber essas diferenças depois das 100, 1.000 e até 10.000 horas de práticas.
Só que ser criativo não é algo palpável. Você não pode pegar um instrumento ou um treino específico e fazer todos os dias por 1 hora a fim de se tornar criativo. Isso não existe, pois é um treinamento da sua consciência.

Criar melhor está diretamente associado à forma como você percebe o mundo e as referências que possui. Assista mais filmes, ouça mais músicas, entenda mais sobre tudo que estiver disponível. Agradeça por ser um humano vivo durante a era da internet. Nossos antepassados não tiveram acesso à quantidade de informação que a gente tem.

Você já deve ter ouvido a frase de Lavoisier nas aulas de química do colégio que “Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, é assim com a criatividade.

A partir de hoje, não associe criatividade com invenção, mas sim com a capacidade de transformar o que você sabe, em algo único.